Com cirurgia marcada, Thaisa só deve voltar às quadras em dezembro

Por Saque Viagem - 29/05/2017 - 11h59 - São Paulo

Thaisa passará por cirurgia na próxima segunda (Foto: Divulgação)
 
Daqui a exatamente uma semana, a central Thaisa será submetida a uma cirurgia no joelho esquerdo em São Paulo. Com a lesão sofrida na cartilagem e no menisco em janeiro, durante uma partida da liga turca entre o Eczacibasi e o Bursa, a atacante precisará passar por um transplante.  O procedimento será conduzido pelo ortopedista Luis Eduardo Tirico, e a previsão de retorno às quadras é de seis meses. 
 
"Como a cartilagem está bastante machucada, tanto na parte do fêmur, quanto da tíbia, será necessário fazer um transplante. Não é uma coisa simples. Na minha primeira lesão, em janeiro, um pedaço do menisco se soltou. Irão suturar e tentar preservar o máximo que puderem", explicou Thaisa, que precisará ficar em repouso absoluto no primeiro mês de pós-operatório. “A lesão na cartilagem é uma das piores para um atleta.”
 
A lesão no joelho de Thaisa se agravou porque, após a partida com o Bursa, a meio de rede entrou em quadra mais quatro vezes a pedido da comissão técnica do Eczacibasi. Jogando no sacrifício, acumulou outra lesão, no ligamento lateral do tornozelo direito, no dia 4 de abril no clássico com o Fenerbahce. A brasileira ficou internada dois dias em Istambul (TUR) e, na sequência, retornou ao Brasil para iniciar o trabalho de recuperação. 
 
Por aqui, tem cuidado do tornozelo com o fisioterapeuta Fernando Fernandes, com quem trabalhou nos tempos de Vôlei Nestlé, e feito exercícios físicos com a seleção de Zé Roberto, em Barueri (SP). Thaisa também tem se dedicado ao pilates para recuperar a mobilidade do tornozelo.
 
Thaisa passou por outra cirurgia no joelho em 2015
A central passou por uma cirurgia nos dois joelhos em junho de 2015. O tendão estava quase rompendo e, para amenizar as dores, a então jogadora do Osasco resolveu entrar na mesa de cirurgia. Segundo a jogadora, foi uma situação diferente da atual. 
 
"Era uma lesão grave, mas eu decidi parar e fazer a cirurgia. O tendão estava quase rompendo, estava com muita dor, mas, ao mesmo tempo, era mais simples. A recuperação nesse caso é mais rápida e eu tive tempo de escolher em parar antes de ter uma lesão total. Foi uma escolha. Agora, não tive opção".
 
 
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