Praia Clube vence, mas desempenho preocupa na estreia da Superliga feminina
Sem Paulo Coco, Praia Clube vai conseguir manter protagonismo no vôlei brasileiro?
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Sem Paulo Coco, Praia Clube vai conseguir manter protagonismo no vôlei brasileiro?

Equipe praiana ainda não apresentou o mesmo voleibol da Era Coco

Durante sua longa passagem pelo Dentil/Praia Clube, sendo sete anos no total, o técnico Paulo Coco era alvo de críticas por ter nas mãos o elenco mais caro do vôlei brasileiro, mas não transformar esse benefício em um número expressivo de títulos, embora tenha conduzido o Praia a finais em quase todas as temporadas. Sob seu comando, o time conquistou as taças da Superliga de vôlei feminino, da Copa Brasil, do Campeonato Sul-Americano, do Campeonato Mineiro e tornou-se presença constante nas decisões nacionais e sul-americanas.

 

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Duas temporadas depois da saída do pernambucano, o time de Uberlândia (MG) ainda não apresenta o mesmo nível de competitividade. Na última Superliga, sob o comando do técnico Marcos Miranda, o Praia Clube apresentou um voleibol aquém da Era Coco e sequer chegou à final. Nesta, com o português Rui Moreira à frente, a equipe ainda não deslanchou, embora o trabalho esteja no começo.

 

“A gente implica com o Zé (Roberto), porque a gente gosta, entende? É a nossa diversão, é falar mal do Zé Roberto, é falar mal do Wagão, é falar mal do Paulo Coco, é também falar mal do Spencer Lee, mas, no fundo, a gente admira (esses técnicos). O Zé Roberto é um grande técnico. O Paulo Coco é um grande técnico”, avaliou a comentarista Clara Vargens na última edição do programa “Babado do Vôlei”, exibido com exclusividade aos membros do Saque Viagem no YouTube. “O Praia contratou uma constelação, mas agora está nas mãos de um técnico português que ninguém conhece no cenário internacional. Será que segura um elenco desse nível?”, questionou a especialista em referência ao técnico português Rui Moreira. A crítica ecoa o sentimento de parte da torcida, que vê a ausência de um nome de peso no comando técnico como um entrave à consolidação de um projeto vencedor.

 

Apesar das ressalvas, o elenco demonstrou apoio ao novo treinador ao final da estreia. Jogadoras como Adenízia e a líbero Natinha — uma das poucas elogiadas pelo desempenho individual — abraçaram o técnico após a partida contra o Brasília Vôlei, no último dia 20. No entanto, a análise geral é de que o Praia Clube precisa mostrar evolução urgente para não se tornar coadjuvante em uma temporada que começou cercada de expectativa.

 

 

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