Desempenho de Laís levanta debate sobre sistema defensivo na Liga das Nações
Zé Roberto mantém base da seleção para sequência da Liga das Nações
Tainara tem talento para brilhar, mas precisa evoluir mentalmente

Zé Roberto mantém base da seleção para sequência da Liga das Nações

Com dois compromissos importantes pela frente na Liga das Nações (VNL), contra Canadá e República Dominicana, o técnico José Roberto Guimarães deve manter a espinha dorsal da seleção brasileira feminina de vôlei. A informação foi comentada por Cacá Bizzocchi no programa “Mais Vôlei, Por Favor”, exibido no canal do Saque Viagem no YouTube, ao analisar a gestão de elenco adotada pelo treinador. “O está mostrando muito claramente que ele tem um time base, vai dar volume pra esse time e manter as jogadoras que ele considera titulares em quadra”, destacou o comentarista.

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A equipe titular que tem ganhado consistência nos jogos é composta por nomes como Macris, Ana Cristina, Júlia Kudiess, Júlia Bergmann, Diana, Laís e, eventualmente, uma variação entre as opostas. Apesar dos pedidos da torcida por mais testes, principalmente após boas atuações de reservas como Tainara, Zé Roberto parece apostar na continuidade para construir entrosamento. “Ele vai mudar, quem sabe, a oposta; quem sabe a Diana com a Lorena. E mais nada”, avaliou Cacá.

Para o comentarista, essa estratégia é válida neste momento da temporada, já que o objetivo é dar ritmo e estabilidade ao grupo principal. Mesmo jogadoras como Roberta, que poderiam ganhar mais tempo de quadra, devem continuar como opção de banco. “Na primeira semana, quando achei que ela deveria ter mais chances, a Roberta quase não entrou. A Macris continua imprecisa, tecnicamente ainda não recuperou a forma ideal”, observou Cacá.

Os adversários do Brasil nesta sequência da competição não viveram um bom início de campeonato. Segundo Cacá, o Canadá teve uma primeira semana irregular, com desfalques pontuais, e a República Dominicana trouxe uma novidade relevante: a entrada da jovem levantadora Rodrigues, de apenas 19 anos, no lugar da experiente Marte. “É a aposta do Kwiek. Não sei se ele vem com a Marte agora, mas a primeira semana foi com a jovem levantadora”, detalhou.

 

Ana Cristina é titular absoluta da seleção feminina na VNL

 

Apesar da fragilidade técnica dos adversários até aqui, o comentarista alerta que os próximos jogos devem ser mais exigentes. “As equipes na primeira semana ficam muito aquém do que podem mostrar. A segunda e terceira semanas revelam quem está evoluindo, com tempo de treinamento e adaptação das novas peças”, disse o especialista, sinalizando que o Brasil precisará manter foco total.

Com uma estrutura consolidada, a seleção brasileira busca crescer em rendimento e superar as dificuldades apresentadas nos primeiros jogos. Os ajustes virão pontualmente, mas a identidade da equipe, pelo menos neste estágio, já está desenhada. “É hora de dar volume ao time base e preparar o grupo principal para os confrontos mais pesados que virão”, concluiu Cacá.

 

 

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