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Em um ano, Cachopa vê sua carreira mudar por completo

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Questionado no Sada Cruzeiro, Cachopa deu a volta por cima na seleção (Fotos: Divulgação/FIVB)

 

Por Saque Viagem
9 de julho de 2019

 

A carreira do levantador Fernando Cachopa pode ser dividida em antes e depois da temporada 2018/19. No Sada Cruzeiro, conviveu com as críticas em seu primeiro ano como titular, em um posto que foi ocupado por anos por William e, mais recentemente, por Nico Uriarte. Sob o comando de Cachopa, a Raposa teve interrompida uma sequência de oito finais de Superliga.

Ainda que a temporada de clubes não tenha sido das mais positivas, em abril, o armador recebeu a convocação do técnico Renan Dal Zotto para a seleção masculina de vôlei. Em sua primeira experiência na equipe, logo virou titular enquanto Bruninho curtia merecido descanso depois de uma temporada desgastante – e vitoriosa – no vôlei italiano.

Das críticas no Sada, Cachopa viveu o outro lado da moeda na seleção. Diante das boas atuações na Liga das Nações, ganhou apoio da torcida para figurar entre os sete titulares, mesmo depois da chegada de Bruninho. Após a partida do Brasil contra a Alemanha, no último dia 22, em Cuiabá (MT), o levantador foi parar na lista de assuntos mais comentados do Twitter pelo bom voleibol apresentado.

 

 

“Tudo aconteceu bem rápido, e ainda sigo vivendo e tendo emoções diferentes por aqui. Tem sido um período bastante agitado e que tem me motivado muito”, afirma Cachopa. “Talvez tenha sido o ano mais difícil para mim. Foi a primeira Superliga que joguei. Tive que aprender a lidar com muita coisa, cresci muito mentalmente e como jogador também.”

A ascensão na carreira foi na mesma proporção. Até os 12 anos, o gaúcho de Caxias do Sul sonhava em seguir a carreira de futebol como meio-campista. “Mas não deu certo”, lembra Cachoca, em meio a risos. Na sequência, passou a praticar voleibol. Quase abandonou a modalidade, mas uma convocação o fez mudar os planos.

“Pensei em parar de jogar vôlei no meu 2º ano do Ensino Médio. Já estava até pensando em qual faculdade fazer e no que eu gostaria de trabalhar. Depois disso, recebi uma convocação para a seleção de base e voltei a me motivar”, relembra Cachopa, convocado para disputar o Sul-Americano infantil, em 2011, no Equador. Além de conquistar a medalha de ouro, foi o capitão do time e eleito melhor levantador.

Oito anos depois de vestir pela primeira vez a camisa amarela, o atleta se prepara agora para ajudar o time adulto a vencer pela primeira vez a Liga das Nações. Confirmado entre os 14 jogadores convocados para as finais, Cachopa entra em quadra às 18h30 (horário de Brasília) desta quarta-feira (10), em Chicago (EUA), para enfrentar a Polônia. O SporTV2 transmite o duelo.

 

Cachopa joga pela primeira vez na seleção adulta do Brasil

 

 

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