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Com Roberta e Ana Cristina, Brasil define o grupo para Tóquio

Brasil
FIVB

Com oito estreantes em Jogos Olímpicos, seleção brasileira fecha o grupo para o Japão (Divulgação/FIVB) 

 

O grupo foi definido. José Roberto Guimarães confirmou as 12 jogadoras que representarão o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que acontecerão de 23 de julho a 8 de agosto de 2021. O treinador chamou as levantadoras Macris e Roberta, a oposta Tandara, a oposta/ponteira Rosamaria, as ponteiras Natália, Fernanda Garay, Gabi e Ana Cristina, as centrais Carol Gattaz, Carol e Bia e a líbero Camila Brait.

 

 

 

Do grupo escolhido para o Japão, apenas quatro atletas já estiveram em uma edição de Jogos Olímpicos. Fernanda Garay, Tandara e Natália foram campeãs em 2012 e Gabi fez sua estreia em Olimpíada em 2016, no Rio de Janeiro. Além da pouca experiência em Olimpíadas, o treinador optou por levar para Tóquio a jovem ponteira Ana Cristina, de apenas 17 anos de idade, que por conta das oportunidades que teve na primeira convocação para a seleção adulta era considerada carta fora do baralho por alguns.

 

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Após o fim da edição feminina da Liga das Nações, algumas incertezas pairavam sobre a cabeça do público. Por conta do revezamento feito entre as levantadoras reservas, não se tinha certeza se José Roberto Guimarães levaria Roberta ou Dani Lins. Após 17 partidas, o treinador optou pela atleta que esteve na última temporada defendendo o Osasco São Cristovão Saúde. Segundo o treinador Pedro Moska, que comandará o Azulim/Gabarito/Uberlândia na próxima temporada, a dúvida entre as levantadoras não existia. “Baseado na VNL, eu levaria a Roberta. Na minha forma de pensar, a Roberta foi melhor que a Dani em toda a competição”, disse o treinador durante a edição 69 do “Golden Set”.

 

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Se por um lado tivemos uma surpresa e uma confirmação do que a maioria das pessoas viu durante a VNL, a lista final para a Olimpíada carimbou uma certeza absoluta na seleção brasileira. Camila Brait irá para a sua primeira Olimpíada em 2021. Aos 32 anos, a líbero supera os momentos de corte, que aconteceram em 2012 e 2016, e vai para os Jogos Olímpicos em um dos melhores momentos da carreira.

 

“Para mim, a Brait tinha que ser a melhor líbero de toda VNL. Ela foi exuberante, ela me deixou sem palavras. Eu acho que ela pecou em 2016 em não ter ido para a Olimpíada por ter ido mal no Grand Prix. Nessa VNL ela não deixou chance para ninguém. Hoje é Camila Brait e mais 11 na minha seleção”, disse Moska.

 

 

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